Alexandre Herculano nasceu há 200 anos. Foi poeta, historiador, político, jornalista, agricultor, romancista e tradutor. Herculano foi inovador para a sua época e muito revolucionário. No sítio do Instituto Camões, Ana Maria dos Santos Marques deixa-nos um interessante texto sobre a vida e obra deste grande homem das letras:
Alexandre Herculano
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28/03/2010
24/03/2010
21 de Março - Dia da Poesia e da Árvore
A Biblioteca comemorou o Dia da Poesia com a elaboração e distribuição de um marcador de livros alusivo à efeméride. O marcador foi distribuído na escola aos participantes na comemoração do Dia da Árvore.
20/03/2010
SEMANA DA POESIA
Com os objectivos de promover a leitura e de motivar os alunos para o estudo da poesia, durante toda a semana, nos intervalos das 10:00H, alunos e professores da escola partilharam belos poemas de alguns dos mais célebres poetas portugueses.
A actividade Leitura com Afectos, integrada na Semana da Poesia, destinada aos alunos do 3º ciclo, cujos objectivos foram principalmente, a promoção da leitura e a motivação para o estudo da poesia e, simultaneamente, a cooperação efectiva entre família e a escola, contou com a presença de alguns Encarregados de Educação, cujas leituras, em prosa ou em verso, foram muito bem recebidas pelos alunos. Nas turmas em que não foi possível a presença de nenhum familiar, o Director de Turma e as Professoras da Equipa da BE encarregaram-se de dinamizar a actividade, de modo a que todos os alunos pudessem usufruir, num ambiente descontraído e informal, do prazer da poesia. Durante 45 minutos ouviram e declamaram poemas, tendo também conhecido alguns aspectos da vida de poetas de incontestável valor, Luís de Camões, Fernando Pessoa, António Gedeão, Sophia de Mello Breyner, Miguel Torga, Florbela Espanca, Cesário Verde, Sebastião da Gama, Eugénio de Andrade…
Agradecemos às Encarregadas de Educação que, amavelmente, acederam ao convite dos Directores de Turma, disponibilizando-se para partilhar uma leitura com os colegas dos seus filhos. A participação dos pais e encarregados de educação em actividades culturais promovidas pela Biblioteca Escolar constitui uma forma de participação activa destes na vida escolar dos seus educandos, promove o diálogo entre a família e a escola e também contribui para o sucesso escolar.

12/02/2010
JOSÉ SARAMAGO
Biografia
José Saramago nasceu na aldeia ribatejana de Azinhaga, concelho de Golegã, no dia 16 de Novembro de 1922. Seus pais emigraram para Lisboa quando ele ainda não perfizera três anos de idade. Toda a sua vida tem decorrido na capital, embora até ao princípio da idade madura tivessem sido numerosas e às vezes prolongadas as suas estadas na aldeia natal. Fez estudos secundários (liceal e técnico) que não pôde continuar por dificuldades económicas.
No seu primeiro emprego foi serralheiro mecânico, tendo depois exercido outras profissões, a saber: desenhador, funcionário da saúde e da previdência social, editor, tradutor, jornalista. Publicou o seu primeiro livro, um romance ("Terra do Pecado"), em 1947, tendo estado depois sem publicar até 1966. Trabalhou durante doze anos numa editora, onde exerceu funções de direcção literária e de produção. Colaborou como crítico literário na Revista "Seara Nova".
Em 1972 e 1973 fez parte da redacção do Jornal "Diário de Lisboa" onde foi comentador político. Pertenceu à primeira Direcção da Associação Portuguesa de Escritores. Entre Abril e Novembro de 1975 foi director-adjunto do "Diário de Notícias".
Desde 1976 vive exclusivamente do seu trabalho literário.
http://www.caleida.pt/saramago/biografia.html (adaptado)
O Livro do mês de Fevereiro

Saramago, José (2009) Caim, Lisboa, Editorial Caminho.
ISBN: 978-972-21-2076-0
ISBN: 978-972-21-2076-0
Caim, o herói desta história, é um homem marcado por uma atrocidade cometida no passado pelo seu irmão, Abel. Furioso com o facto de o Senhor aceitar com maior agrado as dádivas de Abel, Caim acaba por o matar. O Senhor ao saber desta situação resolve transformá-lo num vagabundo, num homem sem destino, e coloca-lhe um sinal na testa que o identifica como pecador.
Caim viaja ao longo de toda a história e, vivenciando acontecimentos bíblicos como a Torre de Babel e o Dilúvio, vai assistir à destruição da cidade de Sodoma e de Gomorra, ao sacrifício pedido por Deus a Abraão para matar o seu próprio filho, Isaac e, também, à preparação da Arca de Noé…
Em todos os episódios vividos, Caim vai-se apercebendo da crueldade e do egoísmo do Senhor, que coloca à prova os seres que ele próprio criou de forma desumana, um Deus diferente daquele a que nos habituámos, um Deus que apela à destruição e à morte.
“Caim” é uma obra escrita num claro tom irónico, considerada, por alguns, “insensível” e não muito apropriada a religiosos, pois difama aquilo em que muitas pessoas acreditam. No entanto, penso que se nos despirmos de preconceitos, conseguimos gostar desta obra que nos leva ao início do mundo e nos permite reflectir sobre vários assuntos, como por exemplo, o valor da verdadeira fé, o valor da prática das boas acções...
Apesar de toda a controvérsia que este livro criou, apesar de toda a polémica, esta obra é um bom desafio.
Jéssica Carvalho 11º E
Caim viaja ao longo de toda a história e, vivenciando acontecimentos bíblicos como a Torre de Babel e o Dilúvio, vai assistir à destruição da cidade de Sodoma e de Gomorra, ao sacrifício pedido por Deus a Abraão para matar o seu próprio filho, Isaac e, também, à preparação da Arca de Noé…
Em todos os episódios vividos, Caim vai-se apercebendo da crueldade e do egoísmo do Senhor, que coloca à prova os seres que ele próprio criou de forma desumana, um Deus diferente daquele a que nos habituámos, um Deus que apela à destruição e à morte.
“Caim” é uma obra escrita num claro tom irónico, considerada, por alguns, “insensível” e não muito apropriada a religiosos, pois difama aquilo em que muitas pessoas acreditam. No entanto, penso que se nos despirmos de preconceitos, conseguimos gostar desta obra que nos leva ao início do mundo e nos permite reflectir sobre vários assuntos, como por exemplo, o valor da verdadeira fé, o valor da prática das boas acções...
Apesar de toda a controvérsia que este livro criou, apesar de toda a polémica, esta obra é um bom desafio.
Jéssica Carvalho 11º E
30/10/2009
Bibliopaper
NOTÍCIA
Bibliopaper Realizou-se no dia 28 de Outubro, Quarta-feira, pelas 14 horas e 30 minutos, na Biblioteca Escolar, o “Bibliopaper”. Esta actividade consistia em responder a cinco “desafios” no mais curto espaço de tempo possível. Cada grupo era constituído por quatro alunos e um professor acompanhante. A actividade foi muito agradável, uma vez que envolvia questões bastante acessíveis sobre temas diversificados, Literatura, Pintura, Leitura, Ciência e até sobre o Meio Ambiente.
Outubro é o Mês Internacional das Bibliotecas Escolares e esta foi a melhor maneira de comemorar a data, mostrando à Comunidade Escolar a facilidade que a Biblioteca proporciona na pesquisa de informação e acesso a todo o tipo de saberes.
Um incentivo à visita da Biblioteca e aos hábitos de leitura e de estudo, ao conhecimento e à cultura geral, este desafio foi muito bem recebido.
Se um livro é um amigo, a biblioteca deve fazer parte do nosso mundo.Jéssica Carvalho – 11º E
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Uma hora de histórias

Toda a ansiedade começou quando a professora de Educação Física nos disse:
- Na próxima aula não tragam o material, porque vão ouvir histórias para a biblioteca!
Esperámos até à aula seguinte com muita curiosidade… Como seria?... Quem nos contaria as histórias?... Tanto mistério!
Finalmente chegou o dia! A angústia acabou.
Abriram-nos a porta e entrámos na biblioteca. Levaram-nos ao encontro de uma senhora, com ar simpático, que nos recebeu com muitos sorrisos de satisfação.
Sentámo-nos numas mantinhas e, finalmente, ia haver respostas para todas as perguntas que surgiram sobre o momento.
A senhora apresentou-se dizendo que se chamava Liliana. Vinha da Marinha Grande para fazer renascer a criança que há em nós, e assim foi.
Começámos com um jogo de concentração. Apenas saber observar, era o que tínhamos de fazer. Muito engraçado!
Depois informou que ia contar duas histórias, uma com livro, outra sem.
“Três Histórias do Futuro” começou por nos contar. Uma história engraçada que nos leva a perceber que nada substitui o amor de um pai.
Seguidamente, jogámos outro jogo sobre títulos e autores, estrangeiros e portugueses.
No final do jogo, um bom elogio inundou os nossos ouvidos. Disse-nos que realmente demonstrámos que gostamos de ler.
Contou-nos outra história, “O Pinto Careca”. Muito engraçada, realmente!
Foi um óptimo momento.
As histórias infantis não perdem a sua graça.Isabela Queimadela, Margarida Martins, Júlio Girão, Rita Esteves (Área de Projecto - 7º A)
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