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17/07/2015

Gabriel García Márquez 7 E-Books


 Gabriel García Márquez 7 E-Books  (Clica e acede a todos os livros da lista seguinte)
A incrível e triste história da Cândida Eréndira e da sua avó desalmada
A aventura de Miguel Littin Clandestino no Chile
Cem anos de solidão
Crónica de uma morte anunciada

O amor nos tempos de cólera
O General em seu labirinto
Outono do patriarca 

Bo@s Leitur@s




02/01/2013

Concurso Nacional de Leitura

Ficha de inscrição

Livros selecionados para a 1ª fase do Concurso Nacional de Leitura:

3º ciclo
Constantino, guardador de vacas e de sonhos, de Alves Redol
Guião de leitura
Resumo (NOVO)
Comentário (NOVO)


Ensino Secundário
A Relíquia, de Eça de Queirós
Clica na capa para ler o livro completo.


A Relíquia - Infopédia
A Relíquia - resumo e personagens

21/03/2012

DIA MUNDIAL DA POESIA

21 de Março


Feira das Plantas (21 e 22 de março)- Clube do Ambiente.
Compra uma planta e recebe um poema oferecido pela Biblioteca.


Por agora, lê este poema, e comprova a semelhança entre as árvores e os livros. 

As árvores e os livros
As árvores como os livros têm folhas 
e margens lisas ou recortadas,
 
e capas (isto é copas) e capítulos
 
de flores e letras de oiro nas lombadas.
 

E são histórias de reis, histórias de fadas,
 
as mais fantásticas aventuras,
 
que se podem ler nas suas páginas,
 
no pecíolo, no limbo, nas nervuras.
 

As florestas são imensas bibliotecas,
 
e até há florestas especializadas,
 
com faias, bétulas e um letreiro
 
a dizer: «Floresta das zonas temperadas». 

É evidente que não podes plantar
 
no teu quarto, plátanos ou azinheiras.
 
Para começar a construir uma biblioteca,
 
basta um vaso de sardinheiras.
 

Jorge Sousa Braga

15/11/2011

FEIRA DO LIVRO

Objetivos principais
  • promoção do LIVRO e da LEITURA 
  • divulgação  de novidades literárias e editoriais
Local: Biblioteca da Escola Secundária de S. Pedro do Sul.
 
A iniciativa está aberta a toda a população.

20/03/2011

Encontro com a Escritora

  Ana Saldanha


Este texto foi inspirado em alguns títulos de obras de Ana Saldanha, que se encontram sublinhados.

Algumas obras de Ana Saldanha
Por Isabela Queimadela, 8º A
A vida é um círculo imperfeito, por vezes é cruel e injusta. Digamos que tem uma certa doçura amarga.
A mim a vida deu-me sorte e estes são os factos da vida!
Hoje estou aqui com esta escritora maravilhosa, a quem agradeço imenso esta oportunidade de a conhecer. Sim, porque eu adoro escrever, e Ana Saldanha é uma inspiração que flui dentro de mim.
Podia ser um escritor como outro qualquer hoje aqui presente. Mas como um pintor pinta quadros maravilhosos e é quase tudo uma questão de cor, Ana Saldanha escreve lindamente e é tudo uma questão de palavras. Escolhe cada uma das palavras que encaixam e compõem cada livro, que dá um gosto imenso ler!
É só tirar cinco tempos, quatro intervalos (curtos claro), para nadar nas palavras e livros que nos fazem crescer. Sim! Porque os livros fazem crescer. Sou capaz de ter crescido mais ou menos meio metro só de cultura, imaginação e inspiração.
Por isso agradeço este momento que a vida nos deu! Poderá ser muito importante para o nosso futuro.


02/02/2011



MAGALHÃES, Júlio (2009). Um amor em tempos de guerra. Lisboa: Esfera dos livros. ISBN: 9789896261825
por 
Professora Isabel Prates

Sobre o autor: Júlio Magalhães nasceu no Porto, a 7 de Fevereiro de 1963, foi para Angola com sete meses, tendo vivido um ano em Luanda e doze em Sá da Bandeira (Lubango). Em 1975 regressou a Portugal, mais precisamente, ao Porto. Aos dezasseis anos, iniciou a sua carreira de jornalista. Actualmente é director de informação da TVI.
Sobre a obra: este é o 2º de três romances já publicados. Júlio Magalhães destaca-se no universo do jornalismo português pela sua correcção, pelo seu profissionalismo. Os seus romances abordam temas incontornáveis do século XX, determinantes para a construção da nossa identidade, mas que são simultaneamente penosos e controversos. Frequentemente abordados pela rama, como incómodos, ou simplesmente silenciados como tabus. São feridas ainda mal cicatrizadas, de um povo ainda em convalescença social e cultural. Júlio Magalhães aborda-os com a correcção e frontalidade a que nos habituou como jornalista, mas também com a apurada sensibilidade de quem enfrenta os demónios do passado para que o futuro os não possa repetir. E este é um aspecto fundamental, porque os nossos jovens não têm a memória do sofrimento que a guerra colonial causou na grande maioria das famílias portuguesas, do desespero de ver partir um filho que não se sabe se voltará, ou como voltará, de ver chegar os filhos dos outros em caixões que não eram abertos, ou simplesmente nunca mais saber o que lhes aconteceu.

A escrita de Júlio Magalhães é formalmente muito correcta, depurada, despretensiosa, mas não ligeira. Um amor em tempos de guerra reflecte já, relativamente a Os retornados, uma evolução, um amadurecimento do romancista, que constrói um universo fictício que nos arrebata na evolução da intriga e que nos prende no fio da palavra. Um amor em tempos de guerra conta-nos a história de António, que nasceu marcado pelo nome. O mesmo que o de Salazar, o homem que se fez doutor em Coimbra, que era lá da terra, e que governava o país com pulso de ferro. Como tantos jovens da época calhou-lhe nas sortes ir para Angola, para defender a pátria, numa guerra distante que não era a sua.
Deixou para trás a sua terra, a mãe inconsolável e Amélia, a amiga de infância, a mulher a quem pedira em casamento, num banco de pedra, junto à igreja.
Quando António regressou de Angola, era um homem diferente. Marcado no corpo por anos de guerra e de cativeiro e no coração por um amor impossível que deixara em pleno mato angolano. Regressava para cumprir a promessa que fizera anos antes à sua noiva Amélia, que o julgara morto. Mas o tempo não tinha parado na sua ausência, por isso Amélia continuou a sua vida acreditando na morte do homem que amava. O resto é para descobrir no prazer da leitura. Apenas acrescento que o final da história é uma forma eficaz de luta contra o preconceito e por isso um valioso contributo para repensarmos o presente, se queremos construir um futuro mais justo.
                                                                                          Maria Isabel Prates

Leia também a opinião dos alunos
e responda ao questionário que preparámos para testar a sua leitura. Obrigada. 

02/01/2011

OS LIVROS DE 2010

As Aventuras de Augie March (Saul Bellow)
 As escolhas de Eduardo Pitta, Helena Vasconcelos, Isabel Coutinho, José Manuel Fernandes, José Riço Direitinho, Maria Conceição Caleiro, Pedro Mexia, Rogério Casanova, Rui Catalão e Rui Lagartinho.    Aqui  >>

16/09/2010

Frases sobre livros e leitura (Dia Mundial do Livro)



Um livro….
Rasga o silêncio,

Acorda a imaginação!

São histórias,

Laços de palavras,

Memórias de um tempo profundo!

É um abraço a dois,

Que envolve o Mundo!

          Professora Manuela Martins



Um livro é um trago de magia que nos permite viver outras vidas, aprender para a nossa e, sobretudo, é o único antídoto contra o veneno da solidão.

Isabel Prates - professora


27/04/2010

Dia Mundial do Livro e dos Direitos de Autor

Toda a actividade de escrita é precedida pela leitura.
O Dia Mundial do Livro foi comemorado a ler e a escrever.

Todos os alunos leram ou ouviram ler durante 30 minutos, entre as 9:30H e as 10H. A Equipa da Biblioteca seleccionou livros e textos para os diferentes níveis de escolaridade. Porém verificámos, com muito agrado, que a maioria dos Professores fez a sua escolha pessoal e partilhou, ou proporcionou a partilha desses textos aos alunos.


Neste Dia Mundial do Livro foi dado início ao projecto “Ha´u hakarak aprende” (Eu quero aprender) que tem por objectivo a recolha de livros para bibliotecas escolares em Timor Leste.
No polivalente, TIMOR foi escrito com livros portugueses.
Os livros ainda poderão ser entregues até 31 de Maio na Biblioteca.

Paralelamente, os alunos tiveram, e ainda têm, a possibilidade de dar largas à imaginação e “construir um poema” (poemas) na Biblioteca, subordinado ao tema: O LIVRO.
Esta actividade permanece até ao final de Maio, data em que serão expostos os poemas.