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10/12/2011

Concurso Nacional de Leitura





 A Biblioteca Escolar e o Grupo de Português promovem mais uma vez  o Concurso Nacional de Leitura,  lançado pelo Plano Nacional de Leitura com o objetivo de estimular a leitura entre os alunos do 3º Ciclo e do Ensino Secundário.
As obras de referência para as provas da 1ª fase do Concurso são:

3º ciclo
O mundo em que vivi, Ilse Losa

Ensino secundário

 Um amor em tempos de guerra, Júlio Magalhães
Sobre o livro

As inscrições para a  1ª Fase do Concurso Nacional de Leitura deverão ser efetuadas junto do professor de Português e/ou na Biblioteca, até ao dia 06 de janeiro de 2012, impreterivelmente.


15/11/2011

FEIRA DO LIVRO

Objetivos principais
  • promoção do LIVRO e da LEITURA 
  • divulgação  de novidades literárias e editoriais
Local: Biblioteca da Escola Secundária de S. Pedro do Sul.
 
A iniciativa está aberta a toda a população.

24/09/2011

1001 cores

DIA EUROPEU DAS LÍNGUAS



26 de setembro


Departamento de Línguas e Biblioteca Escolar

          «O Dia Europeu das Línguas (DEL) é comemorado todos os anos, desde 2001, em 26 de setembro, por iniciativa do Conselho da Europa. A razão de ser deste dia “especial” é celebrar a diversidade das línguas e das culturas existentes no espaço europeu.
           As escolas são um local privilegiado para celebrar o DEL; cada vez mais escolas o fazem no próprio dia ou em vários dias, consoante o calendário a as atividades planeadas.
Para comemorar simbolicamente o Dia Europeu das Línguas, no dia 26 de setembro de 2011 (2ª feira), o Departamento de Línguas e a Biblioteca Escolar irão proporcionar a todos os professores de línguas e respectivos alunos um “Workshop de provérbios”.

Objetivos:

  • Chamar a atenção do público para a importância de aprender línguas;
  • Promover a tomada de consciência e o respeito por todas as línguas;
  • Sensibilizar para os aspectos divergentes e coincidentes, nos provérbios das diferentes línguas.

Vamos festejar a diversidade linguística!



13/06/2011

123º aniversário de Fernando Pessoa

  Não digas nada!
Nem mesmo a verdade
Há tanta suavidade em nada se dizer
E tudo se entender —
Tudo metade
De sentir e de ver...
Não digas nada
Deixa esquecer

Talvez que amanhã
Em outra paisagem
Digas que foi vã
Toda essa viagem
Até onde quis
Ser quem me agrada...
Mas ali fui feliz
Não digas nada.
 
Fernando Pessoa, in "Cancioneiro"

12/04/2011

CONCURSO NACIONAL DE LEITURA

As participantes no Concurso Nacional de Leitura que se realizou em Moimenta da Beira, no dia 8 de Abril.
Adriana, Joana, Matilde, Ana Cristina

20/03/2011

Encontro com a Escritora

  Ana Saldanha


Este texto foi inspirado em alguns títulos de obras de Ana Saldanha, que se encontram sublinhados.

Algumas obras de Ana Saldanha
Por Isabela Queimadela, 8º A
A vida é um círculo imperfeito, por vezes é cruel e injusta. Digamos que tem uma certa doçura amarga.
A mim a vida deu-me sorte e estes são os factos da vida!
Hoje estou aqui com esta escritora maravilhosa, a quem agradeço imenso esta oportunidade de a conhecer. Sim, porque eu adoro escrever, e Ana Saldanha é uma inspiração que flui dentro de mim.
Podia ser um escritor como outro qualquer hoje aqui presente. Mas como um pintor pinta quadros maravilhosos e é quase tudo uma questão de cor, Ana Saldanha escreve lindamente e é tudo uma questão de palavras. Escolhe cada uma das palavras que encaixam e compõem cada livro, que dá um gosto imenso ler!
É só tirar cinco tempos, quatro intervalos (curtos claro), para nadar nas palavras e livros que nos fazem crescer. Sim! Porque os livros fazem crescer. Sou capaz de ter crescido mais ou menos meio metro só de cultura, imaginação e inspiração.
Por isso agradeço este momento que a vida nos deu! Poderá ser muito importante para o nosso futuro.


19/03/2011

Encontro com a Escritora Ana Saldanha

A Escritora Ana Saldanha visita a Escola Secundária para um encontro com os alunos do 8º ano.
A obra Uma questão de cor foi lida e trabalhada pelos alunos do 8º ano.

15/02/2011

Concurso Nacional de Leitura
Fase distrital  
Data: A divulgar brevemente


Livros seleccionados pela Biblioteca Municipal de Moimenta da Beira
 
Ensino Secundário:

RIBEIRO, Aquilino - Um escritor confessa-se (1)

SEPÚLVEDA, Luís – A sombra do que fomos (1)



  3º Ciclo:

SWIFT, Jonathan – As viagens de Gulliver (2)



CARVALHO, Mário – A Inaudita Guerra da Avenida Gago Coutinho (2)

(1)    – Ainda não existem na Biblioteca

(2)    Existem na Biblioteca

04/02/2011

CONCURSO FAÇA LÁ UM POEMA 2011

VENCEDORES

3º CICLO
Nome
Turma
Título
Classificação
Anita Rodrigues
7ºB
Sentimentos
Inês Martins Jesus
8ºA
Memórias que nunca se esquecem
Rodrigo Rocha
7ºB
Imaginação


 ENSINO SECUNDÁRIO
Nome
Turma
Título
Classificação
Matilde Bandeira
12ºB
Hino à vida
Mariana Madanelo
12ºA
Não me cubram as palavras
Patrick Sousa
12ºC
Hoje…


Notas:
1)     O poema vencedor (1º) de cada ciclo será enviado para o concurso FAÇA LÁ UM POEMA 2011, a nível nacional.

2)     A entrega dos prémios aos vencedores a nível nacional será no dia 20 de Março, no CCB.

3)     Os três primeiros seleccionados de cada ciclo receberão um prémio simbólico.



A Equipa da Biblioteca e  o Grupo de Português

03/02/2011

Concurso Nacional de LEITURA
Provas de selecção distrital:
Biblioteca Municipal de Moimenta da Beira

Aguardamos a divulgação das obras a concurso.
Logo que nos seja dada essa indicação, divulgá-las-emos.

02/02/2011



MAGALHÃES, Júlio (2009). Um amor em tempos de guerra. Lisboa: Esfera dos livros. ISBN: 9789896261825
por 
Professora Isabel Prates

Sobre o autor: Júlio Magalhães nasceu no Porto, a 7 de Fevereiro de 1963, foi para Angola com sete meses, tendo vivido um ano em Luanda e doze em Sá da Bandeira (Lubango). Em 1975 regressou a Portugal, mais precisamente, ao Porto. Aos dezasseis anos, iniciou a sua carreira de jornalista. Actualmente é director de informação da TVI.
Sobre a obra: este é o 2º de três romances já publicados. Júlio Magalhães destaca-se no universo do jornalismo português pela sua correcção, pelo seu profissionalismo. Os seus romances abordam temas incontornáveis do século XX, determinantes para a construção da nossa identidade, mas que são simultaneamente penosos e controversos. Frequentemente abordados pela rama, como incómodos, ou simplesmente silenciados como tabus. São feridas ainda mal cicatrizadas, de um povo ainda em convalescença social e cultural. Júlio Magalhães aborda-os com a correcção e frontalidade a que nos habituou como jornalista, mas também com a apurada sensibilidade de quem enfrenta os demónios do passado para que o futuro os não possa repetir. E este é um aspecto fundamental, porque os nossos jovens não têm a memória do sofrimento que a guerra colonial causou na grande maioria das famílias portuguesas, do desespero de ver partir um filho que não se sabe se voltará, ou como voltará, de ver chegar os filhos dos outros em caixões que não eram abertos, ou simplesmente nunca mais saber o que lhes aconteceu.

A escrita de Júlio Magalhães é formalmente muito correcta, depurada, despretensiosa, mas não ligeira. Um amor em tempos de guerra reflecte já, relativamente a Os retornados, uma evolução, um amadurecimento do romancista, que constrói um universo fictício que nos arrebata na evolução da intriga e que nos prende no fio da palavra. Um amor em tempos de guerra conta-nos a história de António, que nasceu marcado pelo nome. O mesmo que o de Salazar, o homem que se fez doutor em Coimbra, que era lá da terra, e que governava o país com pulso de ferro. Como tantos jovens da época calhou-lhe nas sortes ir para Angola, para defender a pátria, numa guerra distante que não era a sua.
Deixou para trás a sua terra, a mãe inconsolável e Amélia, a amiga de infância, a mulher a quem pedira em casamento, num banco de pedra, junto à igreja.
Quando António regressou de Angola, era um homem diferente. Marcado no corpo por anos de guerra e de cativeiro e no coração por um amor impossível que deixara em pleno mato angolano. Regressava para cumprir a promessa que fizera anos antes à sua noiva Amélia, que o julgara morto. Mas o tempo não tinha parado na sua ausência, por isso Amélia continuou a sua vida acreditando na morte do homem que amava. O resto é para descobrir no prazer da leitura. Apenas acrescento que o final da história é uma forma eficaz de luta contra o preconceito e por isso um valioso contributo para repensarmos o presente, se queremos construir um futuro mais justo.
                                                                                          Maria Isabel Prates

Leia também a opinião dos alunos
e responda ao questionário que preparámos para testar a sua leitura. Obrigada. 

08/10/2010

Mario Vargas Llosa é o Prémio Nobel da Literatura de 2010




O escritor peruano Mario Vargas Llosa é o Prémio Nobel da Literatura de 2010, foi anunciado hoje em Estocolmo pela Academia Sueca.
(07.10.2010 - 12:01 PÚBLICO)
ler mais 




Mario Vargas Llosa (Reuters)

16/09/2010

Frases sobre livros e leitura (Dia Mundial do Livro)



Um livro….
Rasga o silêncio,

Acorda a imaginação!

São histórias,

Laços de palavras,

Memórias de um tempo profundo!

É um abraço a dois,

Que envolve o Mundo!

          Professora Manuela Martins



Um livro é um trago de magia que nos permite viver outras vidas, aprender para a nossa e, sobretudo, é o único antídoto contra o veneno da solidão.

Isabel Prates - professora